Olha aí como é que foi

Making off: bastidores das produções

Aline Almeida, Aline Nascimento, Aline Pio, Isabelle Fernanda, Laleska Fálico, Letícia Yamasaki, Lindéia David e Maiza Borges/DA REPORTAGEM

 

Página do Facebook: “Moça, você é mais poesia que mulher”.

 

Durante os três meses da disciplina de Oficina de Textos, ministrada pelo professor Gibran Luis Lachowski, nós, alun@s do 5° e 7º semestres do curso de Jornalismo, nos reuníamos às sextas-feiras das 19h às 23h20 (em alguns casos até mais tarde) para a produção laboratorial do blog Focagen.

Nas primeiras reuniões foram discutidos os formatos, gêneros e funções de cada um/uma para a elaboração do conteúdo. Além disso, nós, discentes, nos responsabilizamos por manter redes sociais e compartilhar notícias, reportagens, artigos, resenhas, crônicas, análises, colunas de notas, ensaios fotográficos, podcasts e vídeos. No cronograma foi estabelecido que em uma semana haveria o planejamento e na seguinte, produção, edição e avaliação individual e coletiva dos materiais.

Ao longo do turbulento percurso, dois soldados ficaram feridos e desistiram da guerra. Prazos curtos, pressão psicológica, discordância de opiniões, dificuldades em conciliar a vida social com os demais trabalhos acadêmicos, receio de realizar uma tarefa simples como abrir mensagens instantâneas no celular e/ou e-mails faziam parte do nosso dia a dia.

 

“Se choramos ou se sorrimos, o importante é que emoções nós vivemos” (Adaptação de “Emoções”, de Roberto Carlos)

 

As correções basicamente vinham “apenas”… no título, início, meio e fim dos textos. A cor vermelha se tornou símbolo de desespero, pois as correções praticamente só tinham essa tonalidade. Enquanto a maioria dos jovens estava se divertindo nos finais de semana, nós estávamos preocupadas o tempo todo.

Se você ficou aflit@ de ler isso até agora, é porque não sabe como foram as entrevistas:

  • fonte que opina sobre como fazer nosso trabalho (“ensinar o padre a rezar a missa”);

  • rispidez, ignorância e recusa ao responder entrevistas;

  • fatores externos como sol, chuva, estradas em más condições, longas distâncias e o frio (Alto Araguaia chegou a 5,9° C no fim de maio);

  • insônia, pesadelos, vontade de voltar para o útero.

Mas você pensa que nós não nos divertimos? Durante as reuniões conseguíamos tempo para degustar diversos sabores de café (do amargo ao “aquafé”). Cada semana uma pessoa ficava encarregada de trazer sua garrafa, para manter o ritmo de redação.

Apesar de todo o caos, a turma se superou e pode vivenciar experiências diferentes das que estava acostumada.

Ps: Aptas; nos contrate.

 

“Se choramos ou se sorrimos, o importante é que emoções nós vivemos”. (Adaptação da famosa música de Roberto Carlos)

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